Terezinha cobra continuidade de pedido por quebra de decoro na Câmara de Guarapuava

Redação Rádio Plug
Vereadora Professora Terezinha (Foto: DirCom Câ...

A vereadora Professora Terezinha, representante do Partido dos Trabalhadores (PT), acionou a sua voz na sessão da Câmara Municipal de Guarapuava, realizada na última segunda-feira (6), exigindo que o pedido de quebra de decoro apresentado contra ela avance. Durante sua intervenção no plenário, a parlamentar expressou sua insatisfação ao dizer que “não aguenta mais” ser questionada diariamente por cidadãos que indagam sobre o status do caso. Ela enfatizou a necessidade de uma resposta clara da Casa em relação ao ofício protocolado que envolve seu mandato.

O pedido de quebra de decoro foi formalizado pelo vereador Pablo Almeida, do Partido Progressista (PP), após comentários feitos por Terezinha em uma sessão anterior. Em um debate sobre violência contra a mulher, a vereadora afirmou que “homem mata”. O memorando de Almeida recebeu o apoio de outros dez vereadores e, desde então, está sob análise da Mesa Executiva da Câmara. Este caso já havia gerado uma onda de apoio à parlamentar no plenário em março, onde manifestantes exibiram cartazes e exigiram uma definição clara sobre a situação.

Em sua fala, Professora Terezinha deixou evidente que não aceita que o assunto seja ignorado ou negligenciado. Pelo contrário, ela deseja que o procedimento siga em frente, seja para avançar na análise ou para que uma decisão final seja tomada. A bancada do PT reforçou essa solicitação, enfatizando que a vereadora não admite que o assunto continue sem uma solução, enquanto isso se transforma em um tema recorrente nas conversas nos corredores da cidade e também dentro da própria Câmara.

Além disso, a vereadora Terezinha abordou os comentários que tem escutado nas ruas, onde as comparações entre a agilidade do caso dela e outros episódios recentes no Legislativo têm sido comuns. Entre as menções, ela destacou o caso do vereador Kenny do Cartório, que foi condenado por atropelar e matar um idoso em 2024 e cujo afastamento ainda depende de decisões no Conselho de Ética da Câmara, encontrando-se em um impasse.

A solicitação de Terezinha enfatiza a urgência de uma resposta institucional à demanda, refletindo a pressão popular e a necessidade de resposta em questões de ética e conduta dos vereadores. O desenrolar desse episódio pode ter um impacto significativo não só na trajetória de sua carreira política, mas também na confiança do público nas instituições da cidade.

Enquanto a Câmara espera por um posicionamento sobre o caso, a vereadora se vê em meio a uma disputa de narrativas que expressa não apenas a sua luta pessoal, mas também a discussão mais ampla sobre a segurança e os direitos das mulheres na sociedade. O episódio se conecta a um contexto social relevante, onde a violência de gênero continua a ser um tema recorrente e urgente.

O desenrolar dessa situação é monitorado de perto por eleitores e observadores políticos, que aguardam um desfecho que poderá influenciar futuros debates sobre ética, responsabilidade e a atuação dos representantes comunitários. A necessidade de clareza e ação efetiva da Câmara é um reflexo do desejo da população por uma gestão mais transparente e responsável.

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Fonte:: redesuldenoticias.com.br

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