Por Augusto Mafuz
19/04/2026 21:55 – Atualizado: 19/04/2026 23:00
No último domingo, o Athletico enfrentou o Palmeiras no Allianz Parque, um desafio que, à parte do Flamengo, nenhum outro time conseguiu superar em casa. O Furacão chegou à partida disposto a adotar uma estratégia defensiva, empregando uma linha de quatro defensores e uma linha de cinco jogadores no meio campo, aguardando uma oportunidade para atacar, especialmente com Viveros.
Mesmo após essa configuração, a segurança em campo não era garantida. Os jogadores Jadson, Luiz Gustavo, Dudu, Portilla e Mendoza lutaram para proteger os companheiros Aguirre, Terán e Arthur Dias, tentando neutralizar as jogadas criativas de Andreas Pereira, Flaco López e Jhon Arias do adversário. No entanto, a postura defensiva do Athletico parecia mais uma consequência psicológica do que uma decisão tática planejada por seu treinador, Odair Hellmann. Durante o primeiro tempo, a equipe se viu presa na defesa, sem conseguir transitar para o ataque.
Apesar do domínio territorial e posse de bola, o Palmeiras não conseguiu converter suas oportunidades em gols no primeiro tempo. O único gol da partida veio de uma jogada clássica, proveniente de um escanteio. Aos 15 minutos, uma bola cruzada da esquerda encontrou o zagueiro Gustavo Gómez, que subiu sozinho e cabeceou para o fundo das redes, superando o goleiro Santos. Apesar da presença de Luiz Gustavo e Arthur Dias na área, ambos ficaram parados em vez de marcar o adversário.
Com a expulsão de Murilo logo aos dois minutos do segundo tempo, o Athletico decidiu adotar uma postura mais ofensiva. Este movimento, no entanto, destacou a disparidade técnica entre as duas equipes. Embora o Furacão tenha se tornado mais agressivo em busca do gol, a qualidade individual ainda era insuficiente para superar a sólida defesa palmeirense, que se mostrou a menos vazada do Campeonato Brasileiro.
O contraste foi evidente: enquanto o Palmeiras buscava equilibrar o jogo com a entrada de Vitor Roque e Lucas Evangelista, as últimas tentativas do Athletico para mudar a sorte da partida passaram por Leozinho e Renan Peixoto, que não conseguiram fazer a diferença. Essa diferença técnica acabou sendo um fator determinante na partida.
Além disso, as decisões do árbitro também influenciaram o resultado final. Uma jogada na área do Palmeiras, onde Benedetti teria derrubado Viveros, gerou um pênalti marcado inicialmente pelo juiz. Contudo, após consultar o VAR, a decisão foi revertida, privando o Athletico de um potencial empate. À luz desse contexto, a derrota por 1 a 0 foi, portanto, compreensível, considerando as condições em que o time se encontrava.
A situação do Athletico é ainda mais complexa com a recente venda de Bruninho, que levanta questões sobre a saúde financeira do clube: será que Petraglia está envelhecendo ou o clube realmente enfrenta dificuldades financeiras?
Além disso, Oscar Schmidt foi destaque em uma campanha histórica em Curitiba, e o tamanho de sua obra se consolidou. Já na Série B, um atacante do Operário desabafou sobre ter sofrido racismo durante uma partida, evidenciando um problema recorrente no futebol. Por outro lado, o UFC Winnipeg trouxe novidades, como a aposentadoria de Durinho após sua luta, e Viveros, do Athletico, se envolveu em polêmica com o seu ex-clube.
O Athletico também enfrentará desafios nos próximos jogos, perdendo dois titulares para o jogo contra o Palmeiras, situação que exigirá improvisação na lateral. Em meio a essas questões, um novo atacante se emocionou ao marcar um gol após se recuperar de uma grave lesão, trazendo esperanças aos torcedores do Paraná Clube.
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Fonte:: umdoisesportes.com.br


