Com mais de um século de história no futebol, o Athletico alcançou um feito inédito fora das quatro linhas ao figurar em um importante ranking corporativo estadual que elenca as 100 maiores empresas paranaenses.
O clube paranaense conquistou a 83ª colocação geral, tornando-se a única agremiação esportiva a ser reconhecida na premiação oficial. O evento ocorreu na última terça-feira (13), sendo promovido em conjunto pelo Grupo AMANHÃ e pela PwC Brasil. A cerimônia de entrega foi sediada nas dependências da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), situada em Curitiba, contando com a presença do vice-presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Afonso Cunali, que representou formalmente a instituição.
O desempenho financeiro do Rubro-Negro resultou em um valor ponderado de grandeza (VPG) estimado em R$ 615,14 milhões. Esse montante teve como base os relatórios e balanços oficiais referentes ao exercício fiscal de 2025. De acordo com a metodologia da premiação, o índice serve para mensurar a relevância, o porte e a solidez corporativa das organizações por meio de uma fórmula matemática que pondera três pilares contábeis fundamentais:
- Patrimônio líquido, que detém o peso de 50% no cálculo final do VPG;
- Receita líquida, respondendo por 40% da composição;
- Lucro líquido ou prejuízo apurado, com peso de 10%.
Paulo Afonso Cunali, 1º vice-presidente do Conselho Deliberativo do Athletico, representou o clube durante a cerimônia oficial em Curitiba.
Outros destaques financeiros no ranking
Além da posição de destaque na lista principal, o clube de Curitiba também apareceu em subcategorias relevantes do levantamento corporativo. No quesito que avalia os 50 maiores patrimônios líquidos do estado, o Furacão apareceu na 46ª posição, registrando a marca de R$ 1,071 bilhão. Houve uma retração de 5% em comparação ao levantamento do ano anterior, período em que a equipe disputava a elite do Campeonato Brasileiro.
Por outro lado, o clube obteve uma posição de destaque positivo no indicador de endividamento, figurando na quinta colocação entre as empresas com menores dívidas no Paraná, somando um passivo de R$ 27,43 milhões. No entanto, o balanço de 2025 também refletiu os impactos esportivos e financeiros do rebaixamento para a Série B, colocando a instituição como a oitava empresa com maior prejuízo registrado no estado no período, com um saldo negativo de R$ 58,13 milhões.
Fonte:: umdoisesportes.com.br


