O Athletico enfrenta um cenário de desafios físicos e desfalques importantes para o confronto decisivo contra o Vitória, válido pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. A equipe paranaense viajou para Salvador com quatro ausências confirmadas em seu plantel, o que exigirá ajustes de última hora por parte da comissão técnica comandada pelo técnico Odair Hellmann.
Entre as baixas mais significativas está a situação do lateral-esquerdo Claudinho. O jovem atleta, de 20 anos, foi diagnosticado com uma lesão muscular e a estimativa do departamento médico é de que ele fique afastado dos gramados por um período de quatro a seis semanas. Esta é a primeira contusão de maior gravidade na curta trajetória do jogador no elenco principal, justamente em um momento de afirmação em que teve seu contrato recentemente prorrogado até 2030, após boas apresentações defendendo o time de aspirantes.
Baixas médicas e dúvidas na escalação rubro-negra
Além de Claudinho, o lateral-esquerdo Lucas Esquivel continua no departamento médico em processo de recuperação de um trauma sofrido no tornozelo esquerdo. Completam a lista de desfalques para a partida no Barradão o zagueiro Carlos Terán, que apresentou dores musculares, e o volante Juan Portilla, que se recupera de dores no joelho.
Claudinho, lateral do Athletico. (Foto Rodolfo Buhrer/AGIF/Folhapress).
Diante desse cenário de limitações no grupo, a formação inicial que entrará em campo ainda conta com uma incógnita tática. A presença do meia João Cruz, autor do primeiro tento na partida de ida disputada na Arena da Baixada, permanece como dúvida para o início do embate. Caso a comissão técnica decida preservá-lo entre os suplentes, o atacante Steven Mendoza deverá desempenhar uma função mais avançada no setor ofensivo, abrindo espaço para Léo Dérick assumir a titularidade na ala esquerda.
Com as modificações necessárias para suprir as ausências, a provável escalação rubro-negra para o compromisso eliminatório conta com: Santos; Benavídez, Aguirre e Arthur Dias; Gilberto Moraes, Jadson, Luiz Gustavo e Léo Dérick (ou João Cruz); Leozinho, Steven Mendoza e Kevin Viveros.
Tradição na Copa do Brasil e busca por marca inédita
O compromisso no Nordeste vale muito mais do que a simples vaga na próxima fase; representa a manutenção de um histórico expressivo na competição nacional. Caso confirme a classificação, o Furacão alcançará a marca de 16 participações entre os oito melhores clubes da história do torneio, tendo integrado esta selecta lista anteriormente nos anos de 1992, 1997, 1999, 2001, 2007, 2011, 2012, 2013, 2017, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
Mais do que isso, o clube paranaense pode consolidar um feito singular no futebol brasileiro recente: assegurar presença nas quartas de final em seis edições consecutivas, desde 2021. Nesses anos anteriores, o Furacão acumulou campanhas de destaque, incluindo o vice-campeonato em 2021, paradas nas quartas e semifinais diante de adversários da elite nacional, além da memorável campanha na temporada passada, quando superou o São Paulo nas oitavas mesmo disputando a Série B do Campeonato Brasileiro.
Próximos desafios da equipe na temporada
- Vitória x Athletico: 06 de agosto (quinta-feira), às 20h, no Barradão, em Salvador;
- Santos x Athletico: 09 de agosto (domingo), às 18h30, na Vila Belmiro, em Santos;
- Athletico x Red Bull Bragantino: 15 de agosto (sábado), às 18h30, na Arena da Baixada, em Curitiba.
Fonte:: umdoisesportes.com.br




