O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Argentina registrou um aumento de 3,4% em março em comparação a fevereiro, conforme divulgado nesta terça-feira, dia 14, pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). Esse incremento representa uma aceleração em relação ao crescimento de 2,9% observado em fevereiro.
Em termos anuais, a inflação no país foi de 32,6% em março, apresentando uma desaceleração em relação aos 33,1% registrados em fevereiro.
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que a deterioração das expectativas está relacionada a custos humanitários, danos à infraestrutura e interrupções significativas no tráfego marítimo e aéreo decorrentes do conflito no Oriente Médio.
No mês de março, o segmento da Educação destacou-se com um aumento de 12,1%, coincidindo com o início do ano letivo. O grupo de Transportes também teve uma alta significativa de 4,1%, reflexo do aumento nos preços dos combustíveis, transporte público e passagens aéreas.
Além disso, o grupo que engloba habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis teve um aumento de 3,7%. Por fim, o setor de alimentos e bebidas não alcoólicas registrou um avanço de 2,1%, impulsionado principalmente pelo aumento nos preços de carnes e seus derivados.
Esses dados evidenciam a pressão inflacionária persistente na economia argentina, que continua a enfrentar desafios complexos em seu cenário econômico. O governo e as autoridades econômicas seguem monitorando a situação de perto, buscando medidas para controlar a inflação e estabilizar a economia.
Fonte:: infomoney.com.br


