A Secretaria Municipal de Saúde de Araucária está ampliando a oferta de tratamento para pessoas que desejam parar de fumar. A partir de outubro, as unidades de saúde Santa Mônica e São Francisco de Assis (CSU) passam a contar com novos grupos de cessação do tabagismo.
Com a ampliação, Araucária passa a oferecer o acompanhamento em sete unidades de saúde. Atualmente, o tratamento já está disponível nas unidades Califórnia, Industrial, Costeira, Boqueirão e Shangri-lá.
A iniciativa faz parte da Linha de Cuidado do Tabagismo e busca facilitar o acesso da população ao tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aproximando o acompanhamento dos bairros e oferecendo suporte profissional para quem tomou a decisão de abandonar o cigarro e outros produtos derivados do tabaco.
O tabagismo é uma doença crônica e está relacionado a mais de 50 doenças, entre elas diferentes tipos de câncer e doenças cardiovasculares e respiratórias. Por isso, parar de fumar traz benefícios para a saúde e contribui para a prevenção de diversos problemas ao longo da vida.
Apoio durante todo o processo
O tratamento oferecido pela rede municipal prevê acompanhamento por um período de um ano. No início, os encontros são mais frequentes: as sessões são semanais durante o primeiro mês, seguidas de dois encontros quinzenais e, posteriormente, encontros mensais de manutenção.
Durante esse período, os participantes recebem orientações e acompanhamento dos profissionais de saúde para enfrentar as diferentes etapas do processo de parar de fumar.
Segundo o enfermeiro e coordenador do Núcleo de Gestão de Redes e Linhas de Cuidado, Claudio Antunes, contar com acompanhamento profissional pode fazer diferença para quem deseja abandonar o tabagismo.
“Parar de fumar nem sempre é um processo fácil e cada pessoa vivencia esse momento de uma maneira diferente. Os grupos oferecem orientação e acompanhamento profissional ao longo desse caminho. Com a abertura de novos grupos, conseguimos aproximar esse cuidado da população e ampliar as possibilidades de acesso ao tratamento pelo SUS”, explica Claudio.


