O esporte paranaense chora a perda de uma de suas figuras mais emblemáticas. Aos 102 anos de idade, faleceu Jackson Nascimento, ex-jogador e verdadeiro ícone da história do Clube Athletico Paranaense. Sua partida marca o encerramento de um capítulo dourado do futebol nacional, deixando um legado inestimável para torcedores, historiadores e para todos que acompanham a evolução do esporte no estado.
Reconhecido por sua longevidade e pela relevância de suas conquistas, Jackson deixa um vazio profundo entre aqueles que valorizam as raízes do clube rubro-negro. Ao lado de nomes históricos como Caju, ele ajudou a construir a identidade vencedora e apaixonante que caracteriza a equipe da Baixada. A dimensão de sua trajetória ultrapassa os gramados, alcançando o status de lenda viva cuja importância jamais será esquecida pelos torcedores athleticanos.
Aos 102 anos de idade, Jackson Nascimento foi embora. A despedida ocorreu de forma natural, consolidando a trajetória de uma figura cujo bem mais precioso sempre foi a própria história construída com dedicação, talento e amor ao esporte.
A importância de Jackson para o Athletico e para o futebol é considerada infinita por cronistas e entusiastas da modalidade. Ídolo, craque e referência máxima, ele também se destacava fora das quatro linhas pela leveza e caráter como ser humano. Sua grandeza permanece viva, exigindo que sua memória seja celebrada sempre no presente, eternizada como um facho de luz que nunca se apagará na história do clube.

Jackson Nascimento na época de jogador do Athletico. (Foto: Divulgação/Athletico).
O legado eternizado na memória rubro-negra
A partida de Jackson remete inevitavelmente aos anos áureos do Furacão, evocando lembranças de um tempo em que o futebol era moldado por romantismo e valentia. Com passagens marcantes e uma habilidade ímpar, ele integrou gerações que moldaram a mentalidade vencedora da instituição, servindo de inspiração para todas as futuras fornadas de atletas que vestiram a camisa vermelha e preta.
Figuras históricas do esporte nacional e regional têm prestado diversas homenagens ao ex-jogador, ressaltando sua elegância em campo e sua postura exemplar fora dele. O impacto de sua perda ecoa não apenas em Curitiba, mas em todo o cenário esportivo brasileiro, onde seu nome permanece gravado entre os grandes mitos do futebol do século XX.
A voz da crônica esportiva
A cobertura e a interpretação de momentos marcantes da história athleticana encontram em nomes como o do jornalista Augusto Mafuz uma referência indispensável. Há mais de quatro décadas, Mafuz traduz a alma da torcida rubro-negra por meio de crônicas marcadas pela emoção, pela paixão clubística e pela análise profunda dos bastidores do futebol.
Nascido em Guarapuava em 11 de maio de 1949 — coincidentemente dias antes de uma das sequências mais vitoriosas da história do clube —, Mafuz construiu uma carreira sólida na imprensa paranaense. Iniciando como repórter de campo na década de 1960 e consolidando-se como colunista na Tribuna do Paraná desde 1977, ele se tornou uma voz respeitada e polêmica, capaz de capturar com precisão o sentimento do torcedor em momentos de crise ou glória.
Mesmo com o passar dos anos, o cronista segue em plena atividade, participando ativamente de debates e produções audiovisuais, como no podcast Carneiro & Mafuz. Para quem deseja aprofundar o conhecimento sobre a trajetória e a visão deste importante personagem da imprensa esportiva, clique aqui e leia todas as colunas de Augusto Mafuz.
Fonte:: umdoisesportes.com.br


