Os estoques de produtos agrícolas no Brasil alcançaram a marca de 44,1 milhões de toneladas ao final do segundo semestre de 2025. Essa informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa de Estoques, que também destaca uma ampliação na capacidade de armazenagem no país.
Segundo os dados apresentados pelo IBGE, o milho se destacou como o principal produto armazenado, respondendo por um total de 22,8 milhões de toneladas. Em seguida, a soja ficou com 7,3 milhões de toneladas, seguida pelo trigo com 6 milhões de toneladas, o arroz com 2,9 milhões de toneladas e o café com 800 mil toneladas.
A capacidade útil disponível para armazenamento agrícola em estabelecimentos ativos no Brasil foi registrada em 233,8 milhões de toneladas no segundo semestre de 2025, o que representa um crescimento de 1,1% em comparação com o semestre anterior.
Conforme o relatório, o Brasil contava com 9.668 estabelecimentos ativos para armazenamento, apresentando um aumento de 0,5% em relação ao semestre anterior. Contudo, o estudo não detalha a distribuição regional desses locais, nem informa quais estados têm a maior concentração de volumes armazenados.
No que diz respeito à estrutura de armazenagem, os silos foram responsáveis pela maior parte da capacidade, totalizando 124,7 milhões de toneladas, o que equivale a 53,3% da capacidade total. Os armazéns graneleiros e granelizados atingiram 85,8 milhões de toneladas, enquanto armazéns convencionais, estruturais e infláveis somaram 23,3 milhões de toneladas.
Os dados fornecidos pelo IBGE não apenas dimensionam o volume de produtos estocados, mas também a infraestrutura disponível no país ao final do segundo semestre de 2025. Entretanto, informações sobre como esses números impactam diretamente os produtores, o ritmo de comercialização ou diferenças entre as culturas não foram detalhadas, mantendo o foco apenas nos volumes armazenados.
A pesquisa destaca um aumento na capacidade de armazenamento em comparação ao semestre anterior, com a predominância dos silos na estrutura oferecida. Entretanto, o relatório não fornece prazos, custos ou informações sobre os efeitos operacionais específicos nas cadeias produtivas.
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Fonte:: canalrural.com.br




