A ginástica rítmica brasileira perdeu uma de suas maiores promessas. Isabelle Marciniak, campeã nacional e destaque do Clube Agir, faleceu nesta quarta-feira, 24 de dezembro de 2025, aos 18 anos, vítima de um linfoma de Hodgkin. A atleta estava internada no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, e sua morte foi confirmada pela Federação Paranaense de Ginástica.
Natural de Araucária, Isabelle conquistou o ouro no Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica em 2021, no individual geral, além de títulos estaduais e nacionais que a colocaram entre os principais nomes da modalidade. Reconhecida pela disciplina e pelo talento precoce, era considerada uma das grandes apostas do Paraná, estado que se consolidou como berço da ginástica rítmica no país.
A notícia de sua morte gerou comoção entre colegas, técnicos e fãs do esporte. Federações e clubes divulgaram notas de pesar, destacando sua dedicação e a inspiração que transmitia às novas gerações de atletas. “Isabelle representava o futuro da ginástica rítmica brasileira. Sua trajetória curta, mas brilhante, ficará marcada na história do esporte”, afirmou a Federação Paranaense de Ginástica em comunicado.
O linfoma de Hodgkin, doença que levou Isabelle, é um tipo de câncer que afeta células do sistema imunológico. Apesar dos esforços médicos e do tratamento, a jovem não resistiu às complicações. Sua luta contra a enfermidade foi acompanhada com esperança pela comunidade esportiva, que agora se despede de uma atleta que simbolizava talento e determinação.
Isabelle Marciniak deixa um legado de conquistas e inspiração, lembrada não apenas pelos títulos, mas pela paixão com que defendia a ginástica rítmica. Sua morte precoce reforça a importância de atenção à saúde dos atletas e marca uma perda irreparável para o esporte nacional.









