Na manhã desta segunda-feira, 25, um terremoto de magnitude 6,9 foi registrado no norte do Chile, conforme informado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O evento sísmico teve seu epicentro localizado a uma profundidade de 101,3 quilômetros e a cerca de 31 quilômetros da cidade de Calama, que está situada na região do deserto do Atacama.
Apesar da magnitude do tremor, as autoridades chilenas não reportaram danos ou ferimentos até o momento. Muitas cidades vizinhas sentiram o abalo, e relatos indicam que tremores foram percebidos até em São Paulo, causando preocupação entre os moradores da capital paulista.
Felipe Plaza, representante do Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres do Chile, assegurou em um vídeo divulgado na rede social X que “a ameaça de tsunami para a costa do Chile foi descartada” e que, “preliminarmente, não há registro de danos” decorrentes do terremoto.
Imagens veiculadas pela mídia local mostraram que, mesmo após o tremor, um grupo de pessoas continuou presente na beira da praia em Calama, o que demonstra a serenidade de muitos frente ao acontecimento.
O Chile é parte da região conhecida como “Círculo de Fogo do Pacífico”, uma área onde ocorrem a maior parte das atividades sísmicas e vulcânicas do mundo. Além do Chile, países como Japão, Indonésia, Tailândia e Filipinas, assim como áreas costeiras do Canadá, Estados Unidos e Peru, também estão situados dentro dessa zona geologicamente ativa.
A preocupação em relação a terros seguidos ou possíveis deslizamentos de terra permanece, uma vez que a geografia do Chile é caracterizada por sua vulnerabilidade a eventos sísmicos. Medidas de prevenção e informação à população são constantemente atualizadas pelas autoridades locais para garantir a segurança de todos.
O evento sísmico deste dia é um lembrete da dinâmica da natureza que afeta diversas regiões ao redor do mundo, e a necessidade de estar sempre preparado para situações de emergência decorrentes de atividades geológicas.
Fonte:: estadao.com.br




