Informações de inteligência compartilhadas por Israel com o governo dos Estados Unidos indicam a existência de um suposto plano do Irã para assassinar o presidente norte-americano Donald Trump. Essa revelação foi publicada na última quinta-feira (9) pelo jornal americano The Wall Street Journal (WSJ), que cita
Conforme a reportagem, o alegado plano seria uma retaliação pela morte do general iraniano Qassim Suleimani, que era comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã. Suleimani foi morto em janeiro de 2020 em um ataque com drone ordenado pelos EUA durante o primeiro mandato de Trump.
O WSJ não forneceu detalhes sobre o período em que o plano teria sido elaborado. Em contato com o jornal, a embaixada de Israel em Washington optou por não fazer comentários sobre o assunto.
Em uma declaração durante uma visita oficial a Ancara, na Turquia, na quarta-feira (8), Trump manifestou a crença de que ainda é um dos principais alvos do regime iraniano, afirmando: “Eu sou o número um na lista de alvos”.
A divulgação dessas informações ocorre em um momento de intensificação das tensões no Oriente Médio. Também na quinta-feira, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, anunciou que Trump e Netanyahu conversaram por telefone para discutir as operações militares em curso na região do Golfo Pérsico.
As forças dos Estados Unidos realizaram novos ataques contra alvos iranianos pelo terceiro dia consecutivo, depois que Trump declarou o fim da trégua que havia sido estabelecida em 17 de junho. De acordo com o Exército dos EUA, essas ações visam impedir que o Irã bloqueie o Estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte mundial de petróleo.
Além disso, Washington acusou forças iranianas de terem atacado três navios petroleiros na região, o que elevou as preocupações internacionais sobre uma possível escalada do conflito entre os dois países. Este cenário reforça a alerta para um potencial aumento nas hostilidades, com o foco na segurança marítima e nos interesses econômicos no Golfo Pérsico.
Fonte:: rede190.com.br




