Imagine o cenário: você é o presidente dos Estados Unidos, detentor da autoridade de declarar guerras, estabelecer tarifas, regular mercados e fazer negociações com líderes mundiais. Agora, com toda essa potência em suas mãos, você decide lançar uma empresa de criptomoedas. Pense em uma stablecoin ou em uma memecoin com seu nome. E ainda, uma mineradora de Bitcoin envolvendo seus filhos. Tudo isso enquanto ocupa o Salão Oval.
Embora possa parecer um enredo de uma comédia distópica, é exatamente isso que está ocorrendo atualmente nos Estados Unidos.
Quando Donald Trump reassumiu a Casa Branca em janeiro do ano passado, sua fortuna pessoal era avaliada em aproximadamente 4 bilhões de dólares. Em pouco mais de um ano, esse número subiu para 6,5 bilhões, conforme apontado pela Forbes. Já a Bloomberg traz uma estimativa ainda mais otimista, falando em 7 bilhões. Além disso, uma investigação do Congresso dos EUA, que analisou o cenário completo de tokens, ações, criptomoedas e participações não liquidadas, sugere que o valor pode se aproximar dos 10 bilhões de dólares.
Na coluna em vídeo apresentada acima, no programa Fronteiras, Rodrigo da Silva discute como a riqueza de Trump quase dobrou durante sua presidência, ainda com dois anos e meio restantes de mandato.
Programa Fronteiras
O programa Fronteiras é uma coluna em vídeo com novas edições a cada semana. Os vídeos são apresentados sempre aos sábados, às 9h, para os assinantes do Estadão.
Trechos do programa são compartilhados ao longo da semana nas redes sociais e na coluna semanal de Rodrigo da Silva, que é publicada às segundas-feiras, às 20h.
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Fonte:: estadao.com.br


