Foto: PPPR
A Polícia Penal do Paraná (PPPR) em conjunto com a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) realizou um total de 775 coletas de material genético de pessoas privadas de liberdade nas unidades penais da região de Foz do Iguaçu. Essa iniciativa é parte da estratégia contínua para expandir o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), que serve como uma importante ferramenta para auxiliar investigações criminais em todo o Brasil.
O diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta, enfatizou a importância da atuação integrada entre as instituições: “Essa colaboração demonstra o compromisso de fortalecer a busca pela justiça por meio da ciência. Cada perfil genético que é adicionado ao banco representa uma nova possibilidade para auxiliar investigações e elucidar crimes. O trabalho conjunto, aliado à formação dos policiais penais, aumenta a capacidade operacional das equipes e solidifica essa política pública voltada à segurança”, afirmou.
As coletas foram conduzidas por equipes da PPPR e da PCIPR nas diferentes unidades prisionais da região. Durante a ação, também foi promovida a capacitação de 10 policiais penais para que possam realizar o procedimento de forma independente, aumentando a eficácia e a continuidade das coletas de DNA nas unidades penais do Paraná.
Segundo Ananda Chalegre, diretora-geral da PPPR, esta ação é uma iniciativa que vem sendo desenvolvida de maneira contínua ao longo dos últimos meses. “Está em conformidade com a legislação e é fruto de uma parceria com a Polícia Científica. Além das coletas, temos nos dedicado a capacitar os policiais penais, garantindo um procedimento autônomo e estabelecendo um modelo contínuo de coleta de material genético no nosso sistema prisional”, destacou.
A força-tarefa incluiu a Cadeia Pública de Medianeira e as Penitenciárias Estaduais de Foz do Iguaçu II (PEF II), III (PEF III) e IV (PEF IV). Com isso, as coletas de material genético das pessoas privadas de liberdade que atendem aos critérios legais para inclusão de perfis no BNPG foram concluídas.
Esse trabalho conjunto entre a PPPR e a PCIPR visa ampliar a inclusão de perfis genéticos no banco nacional, o que é fundamental para identificar autores de crimes, cruzar vestígios coletados em cenas de crimes e fortalecer investigações. Além disso, a capacitação dos policiais penais é crucial para aumentar a eficiência das equipes, assegurando a continuidade desse processo nas unidades prisionais do estado.
Fonte:: seguranca.pr.gov.br




