O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) conseguiu uma decisão judicial que mantém Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, na Penitenciária Federal em Brasília. Ele se encontra preso desde 26 de fevereiro deste ano, quando uma decisão da 3ª Vara Federal Criminal determinou sua detenção. O Gaeco destacou em seu pedido a importância de manter Adilsinho preso, dada sua posição de liderança em uma organização criminosa envolvida em práticas violentas.
A decisão da 1ª Vara Criminal da Capital acrescentou que os fatos apresentados pelo MPRJ indicam que o grupo liderado por Adilsinho está vinculado a homicídios relacionados ao comércio ilegal de cigarros provenientes do Paraguai, além de atividades ligadas ao jogo do bicho, mantendo contato com as forças de segurança estaduais.
Justificativa para a prisão em regime federal
O juízo responsável pela decisão ressaltou que a transferência de Adilsinho para um presídio federal se faz necessária para evitar qualquer possível interferência do contraventor nas investigações em andamento. A decisão menciona a relevância de proteger a integridade das provas e das operações de investigação em relação à organização criminosa da qual ele faz parte.
Adilsinho foi capturado em sua residência em Cabo Frio, localizada na Região dos Lagos, durante uma operação da Polícia Federal (PF) que ocorreu em 26 de fevereiro deste ano. O trabalho que levou à prisão do contraventor envolveu uma análise detalhada de dados, monitoramento e o suporte do Serviço Aeropolicial, que garantiu a segurança e eficiência durante o cumprimento do mandado de prisão.
A PF detalhou em nota que a operação tinha como objetivo desmantelar uma organização criminosa estruturada e transnacional, especializada na comercialização ilegal de cigarros. Esta organização operava através da dominação de áreas específicas, utilizando violência e intimidação para manter o controle.
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Fonte:: agenciabrasil.ebc.com.br




