A Apple disponibilizou para compra o seu primeiro notebook da linha profissional equipado com tela sensível ao toque. Na configuração mais avançada, somando todos os opcionais de hardware e complementos, o valor final do equipamento pode se aproximar de R$ 183 mil no mercado brasileiro.
Enquanto os modelos de entrada começam em R$ 35.000, a versão mais robusta tem preço base de R$ 182.827,80 antes da inclusão de acessórios. Ao adicionar softwares profissionais de edição de áudio e vídeo, além da garantia estendida oferecida pela fabricante, o montante total ultrapassa a marca dos R$ 183 mil.
A nova geração do dispositivo é comercializada em tamanhos de 14 e 16 polegadas, trazendo sob o capô as opções de processadores M5 Pro e M5 Max. De acordo com a companhia, esses componentes representam o ápice do desempenho já desenvolvido para computadores portáteis voltados ao uso corporativo e criativo. As entregas iniciais em território nacional estão programadas para o início de novembro.
A principal inovação do lançamento é a tecnologia de display touch screen batizada de PeoLED XDR. A fabricante explica que o sensor foi embutido diretamente na estrutura do painel, o que diminui o tempo de latência e proporciona uma experiência tátil mais natural ao interagir com os elementos visuais.
O sistema operacional macOS foi atualizado para converter automaticamente comandos de toque em cliques tradicionais. Além disso, a própria suíte de aplicativos nativos da empresa já possui suporte total ao recurso, acompanhada por softwares de terceiros amplamente utilizados no mercado, como Notion, Canva, Zoom, pacotes da Microsoft e da Adobe, ferramentas de modelagem 3D como Blender e Cinema 4D, entre outros.
Em termos de construção, o chassi passou por remodelação para priorizar a mobilidade. A versão de 14 polegadas passou a pesar 1,38 kg, enquanto o modelo de 16 polegadas marca 1,82 kg na balança, ambos acompanhados por bordas frontais consideravelmente mais finas.
Especificações de hardware e autonomia
O custo final do computador flutua conforme as escolhas do consumidor em relação ao display, capacidade de processamento e volume de dados armazenados. As alternativas de memória RAM compreendem patamares de 48 GB, 64 GB e 128 GB, enquanto a autonomia da bateria promete alcançar até 24 horas longe das tomadas.
No quesito espaço interno para arquivos, o usuário pode optar entre quatro capacidades distintas:
- 2 TB
- 4 TB
- 8 TB
- 16 TB
Comparativo de poder de compra com o valor máximo
O montante necessário para adquirir a versão mais cara do laptop serve de parâmetro para diferentes comparações econômicas. Com a quantia de R$ 183 mil, seria viável adquirir um automóvel elétrico como o BYD Dolphin Mini GS, cotado a R$ 119.990, e ainda manter um troco expressivo em caixa.

O valor também daria margem para a compra de múltiplas unidades de motocicletas populares, como dezenas de exemplares da Honda CG 160 Start ou da Honda Pop 110i, ou até mesmo a aquisição de cinco unidades do próprio MacBook Pro em sua versão de entrada.
Quando direcionado para outras categorias de bens eletrônicos, o total permitiria a compra de dezenas de notebooks intermediários, centenas de smartphones ou dezenas de televisores de médio porte.
Impacto na renda e custo de vida
O contraste financeiro fica ainda mais evidente ao contrapor o preço do equipamento com indicadores econômicos e sociais do país. Tomando como base a projeção do salário mínimo de R$ 1.621, o valor da máquina equivale a pouco mais de 112 meses de trabalho bruto, ultrapassando um período de nove anos de remuneração.
Em termos de itens de subsistência e consumo cotidiano, a mesma quantia representaria centenas de cestas básicas em grandes centros urbanos, além de dezenas de milhares de litros de leite e toneladas de alimentos básicos como arroz e feijão, evidenciando a distância entre o custo de tecnologias de ponta e a realidade financeira da maior parte da população.
Confira mais registros visuais do dispositivo:
Fonte:: poder360.com.br


