Criado em dezembro do ano passado, o Centro de Inteligência de Litigância Abusiva tem como principal objetivo identificar comportamentos reiterados de ações que prejudicam os entes públicos. Dentro da estrutura da Advocacia Geral da União (AGU), que diariamente recebe aproximadamente 19 mil processos, esse centro visa detectar fraudes que possam acarretar prejuízos ao erário.
De acordo com o procurador federal da AGU, Guilherme Neves, a instituição utiliza coleta e análise de dados para desenvolver uma plataforma de inteligência que mapeia diversas situações. Esta iniciativa está integrada ao Super Sapiens, o sistema de gestão processual adoptado pela AGU. “Nós usamos a coleta de dados, a análise de dados para ter a plataforma de inteligência onde são mapeadas as situações tudo acoplado ao Super Sapiens”, explica Neves.
Desde o seu início, há pouco mais de seis meses, o Centro de Inteligência já conseguiu identificar fraudes significativas. Entre elas, estão a reutilização de documentos idênticos em diferentes processos e a ocorrência de assinaturas repetidas, seja em processos distintos ou até mesmo em um único processo. Guilherme Neves ressalta que toda a tecnologia disponível é importante para o êxito desse trabalho. O uso de ferramentas avançadas de análise permite um monitoramento mais eficaz e a detecção precoce de irregularidades. Acompanhe a entrevista completa para mais detalhes sobre a atuação do centro.
Fonte:: convergenciadigital.com.br




