Rodrigo Possebon, executivo de futebol do Paraná Clube, destacou sua experiência como jogador no vestiário durante a conquista da Copa Libertadores de 2011 pelo Santos, ao lado de Neymar. Naquele ano, o clube paulista conquistou o torneio que marca a primeira grande conquista internacional do atacante, que se tornou uma estrela no futebol mundial e continua a brilhar por clubes como Barcelona e PSG, além de ter um papel fundamental na seleção brasileira.
Neymar se destacou na competição, sendo eleito o craque do torneio e ficando como vice-artilheiro, com um total de seis gols, um dos quais foi anotado na final contra o Peñarol. Para Possebon, o desempenho de Neymar naquela campanha foi impressionante. “Neymar possui todas as qualidades. Qualquer elogio é pouco para descrever um jogador que é completo em todos os aspectos: técnica, condição física, inteligência e mentalidade. Ele é um jogador fantástico, um dos maiores da história do futebol brasileiro e mundial. O que ele fez naquela época, assim como em outros anos e em diferentes clubes, foi realmente excepcional. O tempo que passou no Santos foi divino”, afirmou Possebon em uma entrevista recente ao UmDois Esportes.
Atualmente, Neymar enfrenta um momento de incertezas após uma lesão na panturrilha, ocorrida em um jogo do Santos contra o Coritiba em 17 de maio. Contudo, o craque se recuperou e está disponível para o técnico Carlo Ancelotti no último compromisso da seleção brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo, que será contra a Escócia, marcado para quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília).
Apesar das preocupações relacionadas à sua condição física, Possebon é um defensor da convocação de Neymar para a Copa do Mundo. “Ele deveria ser convocado, e vamos torcer para que consigamos trazer o hexacampeonato para o Brasil”, disse o dirigente.
Conquistas de Rodrigo Possebon e um Elenco Marcante
Rodrigo Possebon teve um papel importante na jornada do Santos na Libertadores de 2011. Ele começou como titular e foi eleito o melhor em campo na estreia da competição, em um empate sem gols contra o Deportivo Táchira, da Venezuela. Durante a campanha, houve mudanças no comando técnico do time: após a saída de Adilson Batista, Marcelo Martelotte assumiu o cargo interinamente até a chegada de Muricy Ramalho para a fase eliminatória.
Após a troca de técnico, Possebon perdeu espaço e atuou como titular apenas uma vez na reta final da competição, mas ainda assim, guarda boas recordações. “Apesar de não ter jogado mais, todas as lembranças são positivas. Assim como ocorreu no Manchester United, o Santos contava com jogadores de altíssimo nível. Minha passagem pelo clube foi fantástica, conquistamos o Campeonato Paulista e, em seguida, a Libertadores. O grupo era incrível, com jogadores como Danilo, Alex Sandro, Arouca, Elano, Ganso e Neymar. Foi uma fase muito legal e positiva. Não apenas ganhamos títulos, mas também desfrutamos de um ambiente leve e de aprendizado, que preservo até hoje”, concluiu Possebon.
Fonte:: umdoisesportes.com.br




