Os Estados Unidos decidiram suspender uma remessa que gira em torno de US$ 500 milhões em dinheiro destinada ao Iraque e interromper partes da cooperação em segurança com Bagdá. Essa decisão, conforme
Conforme informações veiculadas pela agência Reuters, esta escolha ocorre em meio a uma escalada das tensões na região, com o fortalecimento de grupos armados que têm laços diretos com Teerã. Esses grupos realizaram ataques utilizando drones e foguetes contra alvos associados aos Estados Unidos e a países do Golfo, aumentando o risco de que o Iraque se torne um cenário central neste conflito.
A suspensão se concentra no envio de moeda física, que varia entre US$ 450 milhões e US$ 500 milhões. Essas remessas eram enviadas periodicamente por via aérea a Bagdá, sendo a demanda principal para a moeda americana oriunda de gastos com viagens, estudos e tratamentos médicos fora do país. Contudo, as transferências eletrônicas referentes ao comércio e importações não foram impactadas.
O fluxo financeiro está integrado em um sistema estabelecido após a invasão liderada pelos EUA em 2003. Neste modelo, as receitas do petróleo iraquiano são canalizadas pelo Banco da Reserva Federal de Nova York diretamente para o Banco Central do Iraque.
Relatos de Estas facções são vistas como responsáveis por ataques a instalações diplomáticas e militares norte-americanas no Iraque e também em países vizinhos.
Além disso, o cenário inclui pressões impostas por países do Golfo, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait, que apresentaram queixas formais a Bagdá após incidentes atribuídos a grupos armados atuantes em solo iraquiano.
De acordo com as avaliações, a advertência americana reforçou que o apoio a qualquer governo iraquiano estará condicionado à capacidade de conter as ações dessas milícias, bem como garantir a proteção dos interesses dos EUA e seus aliados na região.
Em adição às sanções financeiras, Isso inclui a suspensão do compartilhamento de informações operacionais, além do cancelamento de reuniões conjuntas regulares com as forças de segurança iraquianas, que são consideradas parceiras estratégicas na luta contra o grupo extremista Estado Islâmico.
Fonte:: estadao.com.br


