Os moradores de Campo Largo iniciaram o mês de julho enfrentando um aumento significativo nas contas de luz. A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou um reajuste médio de 14,97% nas tarifas da Companhia Campolarguense de Energia (Cocel).
Este novo índice entrou em vigor no dia 1º de julho, e a cobrança será realizada de forma proporcional, levando em consideração a data de leitura de cada unidade consumidora ao longo do mês.
Motivos do aumento das tarifas
De acordo Em contrapartida, os custos de distribuição, que são diretamente geridos pela Cocel, contribuíram com apenas 0,15% para o reajuste final.
- Bairros de Campo Largo terão desligamentos programados de energia.
Em 2023, a companhia também passou pela revisão tarifária, um processo realizado pela agência reguladora a cada cinco anos. Esta revisão é mais abrangente que o reajuste anual e avalia os investimentos feitos pela distribuidora, as metas de qualidade do serviço prestado e as estratégias para a redução de perdas de energia.
Aumentos por categoria de consumo
Os novos índices de reajuste variam conforme a categoria de consumo dos clientes. Para os consumidores residenciais, a elevação nas tarifas será de 14,58%. Aqueles que estão na categoria de baixa tensão, que inclui a maioria das residências e pequenos estabelecimentos comerciais, terão um aumento médio de 14,51%. Para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias e grandes empresas, o reajuste chega a 15,91%.
Além da tarifa de energia, outros serviços cobrados pela distribuidora também tiveram seus preços reajustados, como os pedidos de religação do fornecimento de energia. Mesmo com esse aumento, a Companhia Campolarguense de Energia informou que as tarifas praticadas em Campo Largo ainda estão abaixo das tarifas de muitas outras regiões do Paraná.
Conforme a comunicação da empresa, a tarifa residencial em Campo Largo mantém-se cerca de 5% inferior àquela aplicada pela Companhia Paranaense de Energia (Copel). Para os consumidores de alta tensão, essa diferença pode atingir até 11%, considerando as condições contratuais em vigor.
As mudanças nas tarifas refletem o cenário atual de custo de energia e destacam a importância de um serviço eficiente e econômico para os consumidores da região. A população deve se preparar para esse novo cenário de tarifas mais elevadas e refletir sobre o consumo consciente de energia elétrica nos próximos meses.
Fonte:: bemparana.com.br




